Eu adoro começar textos com "É engraçado como...", "É hilário como...", "É divertido como...". Isso já se tornou clichê nos meus textos, mas A VIDA É ENGRAÇADA, DIVERTIDA E HILÁRIA. As pessoas são, o mundo é. Não tem como negar. UHAUHA
Quando se está triste por um amor perdido ou confuso por gostar de alguém, você pode não achar. Quando se está com medo, em perigo ou assustado, você também pode não achar. Mas é fato que é. Porque volta e meia voltamos para o mesmo ponto.
Eu, vírgula, Você, vírgula. Mundo, vírgula... O que mais? Reticências.
Nossa, é tanta coisa para se escrever, mas o clichê é aparente em qualquer lugar, em qualquer frase, seja do Drummond, Quintana ou Lispector.
O mundo é repetitivo e engraçado, porque todos se acham os melhores ou únicos. Blá, eu só tento ser quem sou sem medo de ser apontado de vadio, gay, anormal. 8D Isso também já está repetitivo. Se eu sou normal, está bom, ué. Se sou extraordináriamente diferente, está ótimo também. O que tem demais em te apontarem ser outra coisa? Seja o que você é sem medo de ofender outras pessoas. Eu demorei a perceber que pouco se ganha em disfarçar a essência. Que pouco se ganha ao parecer ser abobalhado. Menos ainda se ganha mentir de acordo com a sua verdade.
Tudo é simples demais pra ser transformado em complexo. :D
terça-feira, 10 de março de 2009
segunda-feira, 9 de março de 2009
Verdade! :D / Mentira! D:
A minha professora de Inglês, semana passada, passou uma pesquisa para a turma sobre Martin Luther King. Ainda não pesquisei sobre quem ele foi, mas o que ele disse me tocou bastante.
Lendo no site "O Pensador", encontrei um trecho de alguma fala ou poesia (não sei ao certo) dita ou escrita por ele:
A covardia coloca a questão: 'É seguro?'
O comodismo coloca a questão: 'É popular?'
A etiqueta coloca a questão: 'É elegante?'
Mas a consciência coloca a questão: 'É correto?'
E chega uma altura em que temos de tomar uma posição que não é segura, não é elegante, não é popular, mas o temos de fazer porque a nossa consciência nos diz que é essa a atitude correta.
Martin Luther King
O que é correto?
Muitas vezes já me questionei sobre o que é verdade e o que é mentira. E é tão comum me pegar tão nervoso e atrapalhado quando penso demais em algumas perguntas que não têm respostas exatas. Na verdade, nada possui resposta exata. Todo tipo de interpretação que existe foi criado pelo homem e dado como interpretação universal. Tá aí algo que me deixa confuso. Começo a me perder, me contradizer e, logo em seguida, parar de pensar. Mas volta e meia retorno às mesmas indagações.
Mas, voltando à verdade e mentira, apenas digo que é preciso honestidade e consciência tranquila. Isso é a verdade. É saber que o que você fez foi correto, é ter plena certeza de que você não pecou e nunca se culpar pelo que fez. Mentira é tudo aquilo que se opõe a isso. É o que corrói, destrói e mata até ser solucionado.
Entramos aí em um ditado que eu sempre costumo dizer: "quem bate esquece; quem apanha lembra".
Esse ditado contraria a definição que acabei de dar para a verdade, sendo que muitas pessoas não se culpam pelo que fizeram, muitas pessoas não pensam nisso antes de dormir, ou, pelo menos, não demonstram pensar. Muitas pessoas não têm a humildade necessária para pedir perdão a que ou quem fizeram mal.
Então, podemos dar outra definição para o que é verdade: é aquilo que você quer que seja.
Lendo no site "O Pensador", encontrei um trecho de alguma fala ou poesia (não sei ao certo) dita ou escrita por ele:
A covardia coloca a questão: 'É seguro?'
O comodismo coloca a questão: 'É popular?'
A etiqueta coloca a questão: 'É elegante?'
Mas a consciência coloca a questão: 'É correto?'
E chega uma altura em que temos de tomar uma posição que não é segura, não é elegante, não é popular, mas o temos de fazer porque a nossa consciência nos diz que é essa a atitude correta.
Martin Luther King
O que é correto?
Muitas vezes já me questionei sobre o que é verdade e o que é mentira. E é tão comum me pegar tão nervoso e atrapalhado quando penso demais em algumas perguntas que não têm respostas exatas. Na verdade, nada possui resposta exata. Todo tipo de interpretação que existe foi criado pelo homem e dado como interpretação universal. Tá aí algo que me deixa confuso. Começo a me perder, me contradizer e, logo em seguida, parar de pensar. Mas volta e meia retorno às mesmas indagações.
Mas, voltando à verdade e mentira, apenas digo que é preciso honestidade e consciência tranquila. Isso é a verdade. É saber que o que você fez foi correto, é ter plena certeza de que você não pecou e nunca se culpar pelo que fez. Mentira é tudo aquilo que se opõe a isso. É o que corrói, destrói e mata até ser solucionado.
Entramos aí em um ditado que eu sempre costumo dizer: "quem bate esquece; quem apanha lembra".
Esse ditado contraria a definição que acabei de dar para a verdade, sendo que muitas pessoas não se culpam pelo que fizeram, muitas pessoas não pensam nisso antes de dormir, ou, pelo menos, não demonstram pensar. Muitas pessoas não têm a humildade necessária para pedir perdão a que ou quem fizeram mal.
Então, podemos dar outra definição para o que é verdade: é aquilo que você quer que seja.
domingo, 8 de março de 2009
Pequenas porções de ilusão... (8)
Pior do que enganar-se é enganar alguém, mas é ainda pior quando os dois ocorrem.
sexta-feira, 6 de março de 2009
terça-feira, 3 de março de 2009
insustentabilidade .-.
Pensando nas pequenas coisas, vejo o quão grande pode se formar uma bolinha de neve. Não pelo que o frio e a escuridão de certas noites provocam, mas porque um sentimento é impedido pela onda de errinhos cometidos. Não, eu não me apeguei a regras austeras e inflexíveis, muito pelo contrário, a flexibilidade é presente, a liberdade mais ainda.
Mas, como grande recompensa, recebo sempre a invulnerabilidade de atitudes incontidas, inexprimíveis. Ou posso ter me enganado e a falta delas está mais presente que tudo que eu já tenha pedido, implorado.
Tolerância já virou cansaço no meu dicionário. É lógico que já não sou mais tão bobo a ponto de cometer os mesmos erros. Precisei me blindar com uma casca mais racional, preciso sempre me proteger para não sangrar excessivamente.
É claro que as consequências são despejadas para um outro lado, elas pesam. A minha escrita piorou, meus sentimentos diminuíram, o "tanto faz" ficou mais exorbitante que o normal.
Descrever e subliminar essa descrita de prosa torna tudo mais interessante, porém chegará o momento de ser mais claro, de diferenciar, limitar e apontar. O erro fará parte até quando nós permitirmos que faça. E, pelo menos hoje, posso afirmar que não quero mais pequenas coisas que façam uma bolinha de neve crescer.
Mas, como grande recompensa, recebo sempre a invulnerabilidade de atitudes incontidas, inexprimíveis. Ou posso ter me enganado e a falta delas está mais presente que tudo que eu já tenha pedido, implorado.
Tolerância já virou cansaço no meu dicionário. É lógico que já não sou mais tão bobo a ponto de cometer os mesmos erros. Precisei me blindar com uma casca mais racional, preciso sempre me proteger para não sangrar excessivamente.
É claro que as consequências são despejadas para um outro lado, elas pesam. A minha escrita piorou, meus sentimentos diminuíram, o "tanto faz" ficou mais exorbitante que o normal.
Descrever e subliminar essa descrita de prosa torna tudo mais interessante, porém chegará o momento de ser mais claro, de diferenciar, limitar e apontar. O erro fará parte até quando nós permitirmos que faça. E, pelo menos hoje, posso afirmar que não quero mais pequenas coisas que façam uma bolinha de neve crescer.
domingo, 1 de março de 2009
tempo tempo tempo tempo...
És um senhor tão bonito
Quanto a cara do meu filho
Tempo tempo tempo tempo
Vou te fazer um pedido
Tempo tempo tempo tempo...
Compositor de destinos
Tambor de todos os rítmos
Tempo tempo tempo tempo
Entro num acordo contigo
Tempo tempo tempo tempo...
Por seres tão inventivo
E pareceres contínuo
Tempo tempo tempo tempo
És um dos deuses mais lindos
Tempo tempo tempo tempo...
Que sejas ainda mais vivo
No som do meu estribilho
Tempo tempo tempo tempo
Ouve bem o que te digo
Tempo tempo tempo tempo...
Peço-te o prazer legítimo
E o movimento preciso
Tempo tempo tempo tempo
Quando o tempo for propício
Tempo tempo tempo tempo...
De modo que o meu espírito
Ganhe um brilho definido
Tempo tempo tempo tempo
E eu espalhe benefícios
Tempo tempo tempo tempo...
O que usaremos prá isso
Fica guardado em sigilo
Tempo tempo tempo tempo
Apenas contigo e comigo
Tempo tempo tempo tempo...
E quando eu tiver saído
Para fora do teu círculo
Tempo tempo tempo tempo
Não serei nem terás sido
Tempo tempo tempo tempo...
Ainda assim acredito
Ser possível reunirmo-nos
Tempo tempo tempo tempo
Num outro nível de vínculo
Tempo tempo tempo tempo...
Portanto peço-te aquilo
E te ofereço elogios
Tempo tempo tempo tempo
Nas rimas do meu estilo
Tempo tempo tempo tempo...
Oração ao tempo - Caetano Veloso
- PS: Nunca vou me esquecer de quem me apresentou a essa música. Flora Borlot, te amo. ♥
Quanto a cara do meu filho
Tempo tempo tempo tempo
Vou te fazer um pedido
Tempo tempo tempo tempo...
Compositor de destinos
Tambor de todos os rítmos
Tempo tempo tempo tempo
Entro num acordo contigo
Tempo tempo tempo tempo...
Por seres tão inventivo
E pareceres contínuo
Tempo tempo tempo tempo
És um dos deuses mais lindos
Tempo tempo tempo tempo...
Que sejas ainda mais vivo
No som do meu estribilho
Tempo tempo tempo tempo
Ouve bem o que te digo
Tempo tempo tempo tempo...
Peço-te o prazer legítimo
E o movimento preciso
Tempo tempo tempo tempo
Quando o tempo for propício
Tempo tempo tempo tempo...
De modo que o meu espírito
Ganhe um brilho definido
Tempo tempo tempo tempo
E eu espalhe benefícios
Tempo tempo tempo tempo...
O que usaremos prá isso
Fica guardado em sigilo
Tempo tempo tempo tempo
Apenas contigo e comigo
Tempo tempo tempo tempo...
E quando eu tiver saído
Para fora do teu círculo
Tempo tempo tempo tempo
Não serei nem terás sido
Tempo tempo tempo tempo...
Ainda assim acredito
Ser possível reunirmo-nos
Tempo tempo tempo tempo
Num outro nível de vínculo
Tempo tempo tempo tempo...
Portanto peço-te aquilo
E te ofereço elogios
Tempo tempo tempo tempo
Nas rimas do meu estilo
Tempo tempo tempo tempo...
Oração ao tempo - Caetano Veloso
- PS: Nunca vou me esquecer de quem me apresentou a essa música. Flora Borlot, te amo. ♥
Todos viraram poetas.
Não precisa ser seu, pra ser maior, não precisa estar aqui, ali ou acolá. A emoção que parte(direção) é a mesma que parte (quebra). Você é o centro, você se põe no centro, por mais que não tente ou não ache, todos nós somos assim. E o propósito das pessoas são os sentimentos. Toque neles e conseguirá. Não precisa ser seu, pra te fazer chorar. Não precisa ser seu, pra ser amor. Essa é a melhor parte. Mas, como tudo na vida, existem dois lados: bom e ruim. Bem, nem tudo na vida. Mas o ruim dos sentimentos é que nos fazem falta. Sabemos que é amor, sentimos o amor, nos emocionamos com o mesmo, mas falta. "Eu acho que queria que alguém me dissesse aquilo.". Não! Eu acho é pouco. Eu tenho certeza, eu tenho plena certeza. Mas se verdadeiro não é, não precisa ser. Ou precisa? Será que nós desejamos tanto alguma coisa a ponto de querermos mesmo de mentirinha? É, na maioria das vezes. Mas é difícil decidir isso quando se trata do amor. Amor puro, só, não. Amor, possessividade e egoísmo, sim.
Eu te amo virou tão clichê, todos nesse mundo viraram poetas agora. Qual a razão disso tudo? Talvez a superlotação dos ônibus tenha incentivado as pessoas a desabafarem seus estresses, suas lástimas. Sou eu: ônibus; mal; escrevo; bem. Não completamente certo das minhas idéias ou do verdadeiro bom senso, mas tento. E até poesia digital virou moda, virou cola, gruda, espalha, fixa... Bem todos viraram poetas. Um garoto chegou a me dizer que minhas poesias precisavam de mais subjetividade. Aonde? O certo está ali, a direção não mudará, o mundo não parará. Ok. Talvez seja melhor mudar as escolhas, mas por quê? Ainda não tenho algum sentido, ainda não faço sentido, ainda que tenha sentido algum amor, isto tudo acabou. Pois é, todos viraram poetas. O que custa emocionar?
Eu te amo virou tão clichê, todos nesse mundo viraram poetas agora. Qual a razão disso tudo? Talvez a superlotação dos ônibus tenha incentivado as pessoas a desabafarem seus estresses, suas lástimas. Sou eu: ônibus; mal; escrevo; bem. Não completamente certo das minhas idéias ou do verdadeiro bom senso, mas tento. E até poesia digital virou moda, virou cola, gruda, espalha, fixa... Bem todos viraram poetas. Um garoto chegou a me dizer que minhas poesias precisavam de mais subjetividade. Aonde? O certo está ali, a direção não mudará, o mundo não parará. Ok. Talvez seja melhor mudar as escolhas, mas por quê? Ainda não tenho algum sentido, ainda não faço sentido, ainda que tenha sentido algum amor, isto tudo acabou. Pois é, todos viraram poetas. O que custa emocionar?
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