terça-feira, 16 de junho de 2009
Obs.:
Flora Borlot: "Você é ótimo, Rafa. Mas nem todo mundo é e nem todo mundo vai te ver assim." Domingo, 14 de junho de 2009.
domingo, 14 de junho de 2009
Pequenez
E não haverão certezas que dirão o resumo de uma início mal elaborado, ou quantas nuances o céu produz por segundo. É a voz de Deus, que sempre me diz baixinho:
- Você está vivo! Isso é só parte do plano.
E entre paradoxos infiéis, eu me deleito em sensações.
- Eu me respeito! Eu me amo!
Sim, "eu" é sinal de primeiro, primeira, pessoa que está em solidão singular. Mas ainda existe o cinza... Ele é a minha consciência em diferentes tonalidades, porém sempre harmônico. No momento em que paro, escureço. No momento em que sinto, desfaço.
E a velocidade nostálgica onde me compreendo autor, escritor, poeta, se esvai com tanta rapidez quanto o calor frio que sempre chegou. Não somos guardas protegidos por armas e espadas, inflexíveis, duros, sensíveis somente à palavra. Somos menos fortes do que aparentamos ser, somos desvairados, procurando terra firme. Sempre procuramos. Não somos religiosos, ateus, casados ou ambulantes. Porém não digas que somos coisas de grande valor, se o acometer da velhice nos empobrecer o coração - este que já recebeu mais sangue do que o que devia, já esteve grande, pequeno, murcho, sozinho. Queixar-me-ei da liberdade e das pequenas diferenças que foram roubadas: tanto amor e Amor, quanto sozinho e solitário.
É lição de vida a cada instante, mesmo que de nada sirva mudar.
- Você está vivo! Isso é só parte do plano.
E entre paradoxos infiéis, eu me deleito em sensações.
- Eu me respeito! Eu me amo!
Sim, "eu" é sinal de primeiro, primeira, pessoa que está em solidão singular. Mas ainda existe o cinza... Ele é a minha consciência em diferentes tonalidades, porém sempre harmônico. No momento em que paro, escureço. No momento em que sinto, desfaço.
E a velocidade nostálgica onde me compreendo autor, escritor, poeta, se esvai com tanta rapidez quanto o calor frio que sempre chegou. Não somos guardas protegidos por armas e espadas, inflexíveis, duros, sensíveis somente à palavra. Somos menos fortes do que aparentamos ser, somos desvairados, procurando terra firme. Sempre procuramos. Não somos religiosos, ateus, casados ou ambulantes. Porém não digas que somos coisas de grande valor, se o acometer da velhice nos empobrecer o coração - este que já recebeu mais sangue do que o que devia, já esteve grande, pequeno, murcho, sozinho. Queixar-me-ei da liberdade e das pequenas diferenças que foram roubadas: tanto amor e Amor, quanto sozinho e solitário.
É lição de vida a cada instante, mesmo que de nada sirva mudar.
domingo, 19 de abril de 2009
-q
Minha vida está boa demais para postar aqui. Assim que as desgraças acontecerem, eu voltarei. ♥ *-*
quinta-feira, 9 de abril de 2009
terça-feira, 7 de abril de 2009
IXº Ponto
Provavelmente por isso que eu julgo o meu próximo de forma tão exagerada. Eu me baseio em mim e no que eu me limito a ser.
domingo, 5 de abril de 2009
quinta-feira, 2 de abril de 2009
Distração.
É segurança excessiva que dona Graça se esvai em contentamento.
É muito sol para quem não quer acordar,
ou para quem não precisa mais acordar.
Severidade malfeita, inacabada com rosas e simplicidade;
julgamento a tal ato, segundo o ponto de vista prático.
É muito firme para quem pensa em voar,
mas para quem decide é só questão de lógica gravitacional.
Nada adianta organizar,
porque são como os casebres e celas desestruturadas -
sempre habitados.
É a falta de concessão,
de hipérbole
e, muito mais,
de diversão.
É muito sol para quem não quer acordar,
ou para quem não precisa mais acordar.
Severidade malfeita, inacabada com rosas e simplicidade;
julgamento a tal ato, segundo o ponto de vista prático.
É muito firme para quem pensa em voar,
mas para quem decide é só questão de lógica gravitacional.
Nada adianta organizar,
porque são como os casebres e celas desestruturadas -
sempre habitados.
É a falta de concessão,
de hipérbole
e, muito mais,
de diversão.
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